terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Abecedário sem Juízo!
B é a Beatriz que deita sangue do nariz.
C é a Catarina que é muito pequenina.
D é o Dinis que pinta as unhas com verniz.
E é o Eduardo que há uma semana foi beijado.
F é o Fernando que anda no Mambo.
G é o Gabriel que adora comer.
H é a Helena que tem uma antena.
I é o Ivo que é umamor cativo.
J é o Jacinto que ganhou um pinto.
L é a Luana que não toma banho há uma semana.
M é a Maria que caiu na pia.
N é o Nuno que foge do gatuno.
O é a Olga que tirou um dia de folga.
Pé o Pedro que sobe ao rochedo.
Q é a Quina que faz chichi ao virar da esquina.
R é o Raúl a beber tinta azul.
S é a Susana que é uma bacana.
T é o Tarzan que veste as cuecas da mamã.
U é o Urbano que caiu dentro do cano.
V é a Vanda que caiu na jaula do panda.
X é o Xavier que dá palmadas com a colher.
Z é o Zeca que deixou crescer relva na careca.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
A escritora Luísa Ducla Soares vem à nossa Escola!
Este é um dos livros que faz parte do Plano Nacional de Leitura.
Os alunos do 8ºD estão a a trabalhar esta obra com o objectivo de receber a escritora no dia 17 de Dezembro.
Os alunos do 5º ano estão a trabalhar outra obra da autora, "Os poemas da mentira e da verdade" como o mesmo intuito.
Aqui deixamos uma pequena sinopse do Diário de Sofia e Companhia, o diário de uma adolescente com todos os medos, receios, sonhos, assuntos e temas de qualquer rapariga de 15 anos...
"Deram-me este Diário quando fiz anos. Tive tal desilusão quando o desembrulhei que me apeteceu atirá-lo para o caixote do lixo.Um livro em branco, à espera que eu, que nem para ler tenho paciência, aí escreva a minha vida. Para algum dia qualquer bisbilhoteiro ficar a saber os meus segredos mais íntimos, se apanhar a chave. Era o que faltava!"
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Lenda de S. Martinho
Havia, há muitos anos, um soldado romano, rico, que, a cavalo, fazia as suas rondas pela cidade a ver se estava tudo em ordem. Uma vez, por alturas de novembro saiu, como de costume, debaixo de uma chuva miudinha e fria. No caminho, apareceu-lhe um velho, pobre e quase nú que lhe pediu esmola. Martinho era assim que se chamava o cavaleiro, não tendo à mão nada que lhe dar, tirou a capa que levava aos ombros e, com a espada, cortou-a ao meio, cobrindo com metade os ombros regelados do mendigo. E seguiu o seu caminho. Não ia ainda longe, quando, sem mais nem menos, a chuva parou e um sol bonito raiou no céu. É por isso que ainda hoje, pela altura de S. Martinho, um sol radioso costuma aparecer e a que o povo chama o “Verão de S. Martinho”.-No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho.